Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Últimas Notícias > CNS planeja realização da 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental em 2021

banner sintomas coronavirus 1banner sintomas coronavirus 2banner sintomas coronavirus 3 
peticaoCNS v2

Início do conteúdo da página

CNS planeja realização da 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental em 2021

  • Publicado: Quarta, 21 de Outubro de 2020, 16h19
  • Última atualização em Quinta, 22 de Outubro de 2020, 13h44
imagem sem descrição.

A 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental é uma deliberação da 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª + 8), realizada em agosto de 2019

A mesa diretora do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e a Comissão Intersetorial de Saúde Mental (Cism) do CNS iniciaram, nesta quarta-feira (21/10), as discussões para a construção da 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental. O assunto foi tema de reunião virtual realizada com a deputada federal Érika Kokay, que preside a Frente Parlamentar de Saúde Mental da Câmara dos Deputados.

Também participaram do encontro representantes do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), Movimento Nacional de Luta Antimanicomial (MNLA), Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial (Renila), Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep).

A 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental é uma deliberação da 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª + 8), realizada em agosto de 2019, com a participação de mais de cinco mil pessoas. A previsão é que ela aconteça em 2021. “Temos enfrentado todo este momento que estamos vivendo de maneira muito firme e vamos continuar enfrentando desta forma”, afirmou o presidente do CNS, Fernando Pigatto.

“Acreditamos na mobilização coletiva para realizarmos a 5ª Conferência, com enfrentamento ao desmonte que vem acontecendo com a Política de Saúde Mental. Estamos abertos a contribuições”, disse a coordenadora da Cism, Marisa Helena Alves.

“Estamos vivenciando uma lógica de segregação, que se utiliza da angústia dos familiares para justificar a construção de comunidades terapêuticas. É um jogo que atenta contra a liberdade, uma trama política que se expressa em todos os aspectos. Neste sentido, a frente parlamentar se coloca à disposição para contribuir como for possível”, afirmou Érika Kokay.

Foto: Foto da Ilha

Ascom CNS

registrado em:
Fim do conteúdo da página