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NOTA DE PESAR: CNS lamenta morte de Gilson Cantarino, referência para a Saúde Pública brasileira

Publicado: Sexta, 22 de Outubro de 2021, 19h37
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O Conselho Nacional de Saúde (CNS) lamenta profundamente a morte do médico psiquiatra Gilson Catarino, importante gestor da Saúde Pública no nosso país, nesta quinta (21/10). Em nota oficial, a Prefeitura de Niterói (RJ) afirmou que vai batizar o primeiro hospital do Rio de Janeiro exclusivo para atendimento à Covid-19, o Hospital Municipal Oceânico, com o nome Hospital Dr. Gilson Cantarino, em homenagem ao médico. A causa da morte não foi divulgada.

Gilson Cantarino nasceu em Niterói e formou-se médico pela Universidade Federal Fluminense (UFF).  Concursado do Ministério da Saúde e da Fundação Municipal de Saúde de Niterói, assumiu em 1984 a Secretaria Executiva do Projeto Niterói, pioneiro nas Ações Integradas de Saúde e responsável pela formulação de um novo modelo de assistência à saúde da população. 

Cantarino deixa um legado de luta e defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) nos âmbitos municipal e estadual. Foi essencial para a criação do Programa Médico de Família em Niterói, em 1992, estratégia pioneira de saúde da família no Brasil. Além disso, foi também um importante colaborador do controle social na saúde, além de ter contribuído com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) na condição de presidente.

O médico foi secretário de Saúde de Niterói de 1989 a 1999. Em seguida assumiu o cargo de secretário de Estado de Saúde do Rio de Janeiro onde permaneceu até 2002, período em que recebeu diversas comendas, destacando-se a do Mérito Médico da República Federativa do Brasil, a mais alta condecoração da saúde no País. Gilson Cantarino deixa esposa, filhos e netos. 

Conselho Nacional de Saúde

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