Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Últimas Notícias - Informes > CNS se soma à Campanha Respeita as Mina, do governo da Bahia

banner sintomas coronavirus 1banner sintomas coronavirus 2banner sintomas coronavirus 3 
peticaoCNS v2

Início do conteúdo da página

CNS se soma à Campanha Respeita as Mina, do governo da Bahia

Publicado: Quinta, 30 de Janeiro de 2020, 17h59 | Última atualização em Sexta, 31 de Janeiro de 2020, 11h13
imagem sem descrição.

A Mesa Diretora do Conselho Nacional de Saúde (CNS) recebeu nesta quarta-feira (29/01), em Brasília, as camisetas da Campanha Respeita as Mina, lançada pelo Governo da Bahia. A ação tem como foco o enfrentamento à violência contra as mulheres.

Durante a 325ª Reunião Ordinária CNS, em Porto Alegre (RS), a secretária de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA), Julieta Palmeira apresentou a campanha que combate a masculinidade tóxica durante o carnaval baiano. “Estamos saindo de um conceito de atenção para um momento de autonomia sobre o nosso corpo”, destacou Julieta.

Na ocasião, ela também falou sobre a importância de se debater o tema da masculinidade tóxica – estereótipo repressivo que define um comportamento masculino pautado por violência, sexo, “status” e agressão, como o ideal cultural da masculinidade – que “prejudica homens e mulheres, só que às mulheres perdem a vida”.

Masculinidade tóxica

Reconhecida pela Associação Americana de Psicologia, a masculinidade tóxica é definida por especialistas como uma ideia de masculinidade, construída socialmente, que considera a força, a agressividade, como virtudes do homem, enquanto as emoções e sentimentos são considerados fraquezas típicas das mulheres.

Quem nunca ouviu expressões como: “homem não chora”; “homem que é homem não leva desaforo pra casa”. São frases representativas de um padrão de masculinidade que estimula comportamentos agressivos. A masculinidade tóxica faz mal não apenas às mulheres, mas aos homens que por vezes sofrem ao se perceber fora do padrão estabelecido como o ideal.

Ascom CNS com informações: Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia (SPM-BA).

registrado em:
Fim do conteúdo da página