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Desafios da Atenção Básica e vigilância em saúde pautam Fórum promovido pelo CNS na programação do Congresso Rede Unida

  • Publicado: Sexta, 17 de Junho de 2022, 22h59
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O Conselho Nacional de Saúde (CNS) promoveu, nesta quinta (16/06), o “VII Fórum Internacional da Atenção Básica – Desafios da Atenção Básica e vigilância em saúde: como organizar o cuidado a partir das necessidades dos territórios?”. O evento integra a programação do 15º Congresso Internacional da Rede Unida, que está sendo realizado em Vitória (ES) e segue até domingo (19/6).

O debate contou com a participação das conselheiras nacionais de Saúde, Maria da Conceição Silva e Shirley Moralles, de integrantes da Câmara Técnica de Atenção Básica do CNS Bernadete Coelho e Bruno Pedralva, e do médico pesquisador de USL Romagna, Ardigò Martino.

Na ocasião, Maria da Conceição Silva, que estava na mediação, destacou algumas questões fundamentais do debate na fala dos convidados e convidadas, como a valorização dos profissionais de saúde na Atenção Básica, os territórios e ambientes, o financiamento e a troca de experiências Brasil e Itália na discussão do direito e das coletividades. 

“E também o impacto do racismo na vida das pessoas, principalmente as populações negras e indígenas. Enquanto não fizermos o enfrentamento ao racismo não haverá democracia. Também, o desmonte do território, da política de Saúde, o impacto da EC 95 [que congelou investimentos em saúde até 2036], e um modelo privatista que vem desmontando a atenção primária em saúde”, destacou. 

O médico e pesquisador Ardigò Martino fez um relato contextual da realidade em seu país, no qual o envelhecimento da população impacta diretamente nas necessidades de saúde. Segundo ele, são do tipo preventivo, ou seja, prevenir a incidência precoce das doenças crônicas e o manejo das condições sociais que fazem as pessoas voltarem para o pronto-socorro ou serem internadas. 

“Organizamos o sistema de cuidado a partir de um projeto individualizado usando sistema de saúde, serviços sociais e recursos comunitários. Para tornar essa rede de intervenção possível, três preceitos são fundamentais: democracia, direitos e direito à saúde, dentro dos outros direitos, e coletivo, de forma justa e equitativa, significa que sempre pensamos o sujeito dentro de um quadro de outros sujeitos e dessa forma fazemos as intervenções”, relatou. 

Assista ao debate na íntegra:

 Ascom CNS

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